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ão
grandes as oportunidades que existem para a criação
de conteúdo em dispositivos móveis, por exemplo:
a delicadíssima utilização das mensagens
instantâneas em celulares para objetivos de marketing.
Nos
disparos de e-mail marketing, as agências que realizam
esse tipo de serviço já estão acostumadas
a trabalhar dentro das normas da Abemd (Associação
Brasileira de Marketing Direto).
Os
upgrades que sofremos nos últimos anos foram paralelos
aos avanços da internet, com a adoção
de html, imagens animadas e mais recentemente o uso de tecnologia
Flash dentro dos e-mails – ainda muito restrito.
Mas
e com o SMS? Como funcionam o formato criativo e as políticas
de privacidade?
Formato restrito. Maior exigência criativa
Atualmente
podemos receber via SMS mensagens com até aproximadamente
160 caracteres – ou seja, essas duas linhas de texto
que você está lendo. Como lidar com essa restrição
criativa?
Nosso
ponto de partida é o objetivo, que grosso modo é
um dos três em qualquer ação de marketing:
?
gerar novos clientes em novos mercados;
? gerar mais negócios a partir dos clientes já
existentes;
? aumentar a margem de lucro.
Com
o SMS, a situação não é diferente.
Antes de executarmos a campanha, precisamos considerar “a
quem a mensagem é endereçada”, “qual
o retorno esperado” e “qual a mensagem”.
De
acordo com o meio escolhido, o conteúdo que você
encaminhar é vital para o sucesso da ação.
Não importa se uma apresentação multimídia
completa, um anúncio de jornal ou um SMS – se
a sua mensagem não está clara, seu objetivo
não será alcançado.
No
SMS sua mira não é necessariamente uma mensagem
para ser vista. É um pouco pior: a mensagem precisa
também ser lida, entendida, relembrada e gerar uma
reação no usuário. O SMS representa um
desafio que merece o nosso respeito.
160
caracteres não é necessariamente um grande espaço
para escrever uma mensagem – e somente este trecho tem
175 caracteres de largura – portanto, tenha certeza
de que a mensagem que você está escrevendo é
clara e vai direto ao ponto. Se ela for um call to action,
então deve ser mantida simples e concisa: vantagem
e instrução. Ponto.
Marketing
de muito, mas muito, mas muito mais permissão
WAP,
3G, GPRS e outros protocolos já foram citados como
a próxima bola da vez durante algum tempo, mas nenhum
deles foi realmente materializado como aconteceu ao SMS.
As
mensagens instantâneas crescem naturalmente como um
fenômeno mundial, mas para profissionais de marketing
e CRM e pessoas de negócios, o SMS é uma oportunidade
capaz de aumentar a média de alcance e os resultados.
Porém
é preciso tomar todos os cuidados com a base a ser
atingida. Enviar um e-mail com objetivos comerciais já
é uma invasão do espaço pessoal (e profissional)
do usuário, que por sua vez possui diversas opções
para escapar do assédio do marketing, como o antispam
do provedor ou configuração de regras da ferramenta
de e-mail.
No
caso de SMS, somos muito mais invasivos – o usuário
não tem opção de dizer à operadora
que não deseja receber SMS, não existe uma ferramenta
anti SMS e ele teoricamente pagaria o custo de mensagem se
desse um reply pedindo para se descadastrar. Ou seja, o risco
de irritarmos esse usuário é alto. Como lidar
com isso?
O
ponto essencial é enviar mensagens somente a usuários
que pediram para recebê-la. Portanto, agora é
a hora de colocarmos opt-in também de SMS nos cadastros
que produzirmos. Mais ainda, precisamos nos aprofundar muito
nos interesses desses usuários opt-in, dentro do segmento
do cliente.
O
filtro precisa ser cada vez maior, para não banalizar
as mensagens recebidas – lembrando que a limitação
criativa é imensa – e não transformar
uma ferramenta prática e portátil de comunicação
em um surto de bolso.
Sobre o uso de mensagens instantâneas em campanhas e
promoções, é essencial trabalhar apenas
com uma base opt-in cuidadosamente filtrada e saber produzir
um call to action em poucas palavras.
Fonte:
Webinsider - Abr/05 - Por
Maíra Costa
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